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Destak Consultoria Médica

Sua agenda está cheia, mas sua cadeira está ociosa?

Sumário

Agenda cheia e cadeira ociosa convivem com mais frequência do que parece: o que importa não é o número de horários marcados, e sim a taxa de ocupação efetiva e o faturamento gerado por hora trabalhada. Um consultório pode parecer movimentado e ainda assim operar muito abaixo da sua capacidade real de gerar receita.

Qual a diferença entre agenda cheia e cadeira ocupada?

Agenda cheia é horário reservado. Cadeira ocupada é horário que de fato gerou atendimento e faturamento. Entre os dois existe um vão feito de faltas, atrasos, encaixes mal aproveitados e intervalos longos demais. É nesse vão que a produtividade se perde.

Como medir a produtividade real por hora?

Divida o faturamento do período pelo número de horas em que o consultório esteve aberto, não pelas horas atendidas. Esse indicador, faturamento por hora disponível, mostra o quanto da sua capacidade vira receita. Dois médicos com a mesma agenda podem ter produtividade por hora muito diferente, dependendo de quantos buracos a operação deixa abrir.

O ponto de virada

Quando o médico passa a medir ocupação efetiva, descobre que costuma haver espaço para crescer faturamento sem aumentar carga horária, apenas fechando as lacunas existentes. Otimizar isso envolve desenhar a grade de horários por tipo de atendimento, reduzir tempo morto entre consultas e equilibrar procedimentos de maior e menor valor ao longo do dia. É um trabalho de engenharia de agenda que costuma render mais do que captar pacientes novos, e que exige enxergar a operação com dados, não com impressão. O custo de não fazer isso é silencioso: ele não aparece como prejuízo no extrato, aparece como crescimento que não acontece, como teto de faturamento que parece intransponível quando, na verdade, é só uma agenda mal desenhada.

Crescer é sempre atender mais horas?

Não. Antes de estender a jornada, vale extrair tudo o que a jornada atual já permite. Muitos consultórios poderiam faturar mais trabalhando o mesmo tempo, apenas com uma agenda melhor desenhada.

Resumo

  • Horário marcado não é o mesmo que horário que gerou faturamento.
  • Faturamento por hora disponível revela quanto da sua capacidade vira receita.
  • Fechar lacunas da agenda costuma render mais do que aumentar a carga horária.

Se a sensação é de correria sem crescimento proporcional do faturamento, o problema pode estar na ocupação, não no volume. Fale com a Destak para analisar a produtividade da sua agenda.

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